Sexta-feira, Setembro 24, 2004
Amar!
Eu quero amar, amar perdidamente!
Amar só por amar: aqui... além...
Mais Este e Aquele, o Outro e toda a gente...Amar!
Amar! E não amar ninguém!
Recordar? Esquecer? Indiferente!...
Prender ou desprender? É mal? É bem?
Quem disser que se pode amar alguém
Durante a vida inteira é porque mente!
Há uma primavera em cada vida:
É preciso cantá-la assim florida,
Pois se Deus nos deu voz, foi pra cantar!
E se um dia hei-de ser pó, cinza e nada
Que seja a minha noite uma alvorada,
Que me saiba perder... pra me encontrar...
Música do momento: Qualquer uma do Cazuza....
Eu quero amar, amar perdidamente!
Amar só por amar: aqui... além...
Mais Este e Aquele, o Outro e toda a gente...Amar!
Amar! E não amar ninguém!
Recordar? Esquecer? Indiferente!...
Prender ou desprender? É mal? É bem?
Quem disser que se pode amar alguém
Durante a vida inteira é porque mente!
Há uma primavera em cada vida:
É preciso cantá-la assim florida,
Pois se Deus nos deu voz, foi pra cantar!
E se um dia hei-de ser pó, cinza e nada
Que seja a minha noite uma alvorada,
Que me saiba perder... pra me encontrar...
Música do momento: Qualquer uma do Cazuza....
Domingo, Agosto 15, 2004
Fascinada... apaixonada... maravilhada... arrebatada... tomada por um intenso encanto... é assim que me sinto agora.. me rendo aos mistérios e desígnios da vida e do amor... Acredito sim em sintonia de almas e de espíritos, ela que comove, que me move, e que me fez encontrar e descobrir você... meu pequeno e etéreo anjo!
A tua voz na primavera
Manto de seda azul, o céu reflete
Quanta alegria na minha alma vai!
Tenho os meus lábios úmidos: tomai
A flor e o mel que a vida nos promete!
Sinfonia de luz meu corpo não repete
O ritmo e a cor dum mesmo beijo... olhai!
Iguala o sol que sempre às ondas cai,
Sem que a visão dos poentes se complete!
Meus pequeninos seios cor-de-rosa,
Se os roça ou prende a tua mão nervosa,
Têm a firmeza elástica dos gamos...
Para os teus beijos, sensual, flori!
E amendoeira em flor, só ofereço os ramos,
Só me exalto e sou linda para ti!
Florbela Espanca

Música de Nós: Qualquer uma do Cranberries, que ouvi enquanto sentia seu pulsar em mim.
A tua voz na primavera
Manto de seda azul, o céu reflete
Quanta alegria na minha alma vai!
Tenho os meus lábios úmidos: tomai
A flor e o mel que a vida nos promete!
Sinfonia de luz meu corpo não repete
O ritmo e a cor dum mesmo beijo... olhai!
Iguala o sol que sempre às ondas cai,
Sem que a visão dos poentes se complete!
Meus pequeninos seios cor-de-rosa,
Se os roça ou prende a tua mão nervosa,
Têm a firmeza elástica dos gamos...
Para os teus beijos, sensual, flori!
E amendoeira em flor, só ofereço os ramos,
Só me exalto e sou linda para ti!
Florbela Espanca

Música de Nós: Qualquer uma do Cranberries, que ouvi enquanto sentia seu pulsar em mim.
Sexta-feira, Julho 23, 2004
Porque me despes completamente...
Sem que eu nem perceba...
E quando nua...
Por incrível que pareça...
Sou mais pura...
Porque vou ao teu encontro...
Despojada de critérios...
Liberto os mistérios...
Sem perder o encanto do prazer...
Porque quando nua...
sou única...
e exclusivamente tua...
Isabel Machado
Música do Dia: Avril Lavigne - I'm With You.
Sem que eu nem perceba...
E quando nua...
Por incrível que pareça...
Sou mais pura...
Porque vou ao teu encontro...
Despojada de critérios...
Liberto os mistérios...
Sem perder o encanto do prazer...
Porque quando nua...
sou única...
e exclusivamente tua...
Isabel Machado
Música do Dia: Avril Lavigne - I'm With You.
Domingo, Junho 27, 2004
Dias repletos de euforias... e sem conseguir verbalizar o que venho sentindo... dizer que a Fada está a espera "do sorriso" no meio de tantas bocas que sorriem pra ela, é o máximo que consigo tirar deste poço insano...
"Analfabeta de olhares"
Se os olhos são os espelhos da alma e neles viajam os sentidos de ti,
então sou cega...
Pior que isso... sou analfabeta de olhares e não sei a quem pedir
auxílio para ler as mensagens dos teus espelhos azuis de mar sem fim.
As ninfas já não moram nas vagas sedosas, e os elfos partiram para os
seus mundos na Ocidentalidade.
Percorro as estradas, rasgo os pés castanhos das poeiras dos caminhos,
mas os velhos já não moram nas casas perdidas nas florestas, e os
papiros das pirâmides têm apenas as receitas do MacDonalds gravada em
hieróglifos...
Bato às portas das videntes e a todas pergunto se te conhecem, se
sabem ler o teu olhar e decifrar os teus mistérios de Apolo perdido
nos reinos de Hades.
Zeus adormeceu e ninguém sabe onde encontro o o feiticeiro de Oz.
Sento-me nas pedras milenares mas nos seus versos não consta o teu
nome...
Choro lágrimas secas que me provam a pele como sanguessugas.
Levanto-me finalmente... Retorno a casa...
Mas de repente lembro-me que não tenho casa...
Assim, vagueio pelos ventos sibilantes, que dos teus olhos ainda nada
sei ler e de fracassos está a minha vida repleta.
Entro no tornado e moro no seu olho sábio até que ele me faz aterrar
em cima de uma cama demasiado dura.
Levanto os olhos e encontro os teus.
Esqueço que sou analfabeta e deposito-te beijos nas pálperas, nas
faces e nos lábios quentes.
Deixo-me adormecer nos teus braços e nas tuas colchas brancas.
Quando acordo estou de novo só.
Deixaste-me uma mensagem. Viro-a e vejo apenas uma fotografia dos teus
olhos.
Rasgo-a, queimo-a e parto.
Serei sempre a analfabeta de olhares.
Sissi

Música do Dia: Retrato em Branco e Preto - Na voz de Ana Carolina ou ainda do encantador Chico Buarque
"Analfabeta de olhares"
Se os olhos são os espelhos da alma e neles viajam os sentidos de ti,
então sou cega...
Pior que isso... sou analfabeta de olhares e não sei a quem pedir
auxílio para ler as mensagens dos teus espelhos azuis de mar sem fim.
As ninfas já não moram nas vagas sedosas, e os elfos partiram para os
seus mundos na Ocidentalidade.
Percorro as estradas, rasgo os pés castanhos das poeiras dos caminhos,
mas os velhos já não moram nas casas perdidas nas florestas, e os
papiros das pirâmides têm apenas as receitas do MacDonalds gravada em
hieróglifos...
Bato às portas das videntes e a todas pergunto se te conhecem, se
sabem ler o teu olhar e decifrar os teus mistérios de Apolo perdido
nos reinos de Hades.
Zeus adormeceu e ninguém sabe onde encontro o o feiticeiro de Oz.
Sento-me nas pedras milenares mas nos seus versos não consta o teu
nome...
Choro lágrimas secas que me provam a pele como sanguessugas.
Levanto-me finalmente... Retorno a casa...
Mas de repente lembro-me que não tenho casa...
Assim, vagueio pelos ventos sibilantes, que dos teus olhos ainda nada
sei ler e de fracassos está a minha vida repleta.
Entro no tornado e moro no seu olho sábio até que ele me faz aterrar
em cima de uma cama demasiado dura.
Levanto os olhos e encontro os teus.
Esqueço que sou analfabeta e deposito-te beijos nas pálperas, nas
faces e nos lábios quentes.
Deixo-me adormecer nos teus braços e nas tuas colchas brancas.
Quando acordo estou de novo só.
Deixaste-me uma mensagem. Viro-a e vejo apenas uma fotografia dos teus
olhos.
Rasgo-a, queimo-a e parto.
Serei sempre a analfabeta de olhares.
Sissi

Música do Dia: Retrato em Branco e Preto - Na voz de Ana Carolina ou ainda do encantador Chico Buarque
Terça-feira, Junho 15, 2004
Inconstância
Procurei o amor, que me mentiu.
Pedi à Vida mais do que ela dava;
Eterna sonhadora edificava
Meu castelo de luz que me caiu!
Tanto clarão nas trevas refulgiu,
E tanto beijo a boca me queimava!
E era o sol que os longes deslumbrava
Igual a tanto sol que me fugiu!
Passei a vida a amar e a esquecer...
Atrás do sol dum dia outro a aquecer
As brumas dos atalhos por onde ando...
E este amor que assim me vai fugindo
ă igual a outro amor que vai surgindo,
Que há-de partir também... nem eu sei quando...
Florbela Espanca
E cá me encontro eu, presa, acorrentada a essa dissonância, nada de harmonia, apenas intemperância...

Procurei o amor, que me mentiu.
Pedi à Vida mais do que ela dava;
Eterna sonhadora edificava
Meu castelo de luz que me caiu!
Tanto clarão nas trevas refulgiu,
E tanto beijo a boca me queimava!
E era o sol que os longes deslumbrava
Igual a tanto sol que me fugiu!
Passei a vida a amar e a esquecer...
Atrás do sol dum dia outro a aquecer
As brumas dos atalhos por onde ando...
E este amor que assim me vai fugindo
ă igual a outro amor que vai surgindo,
Que há-de partir também... nem eu sei quando...
Florbela Espanca
E cá me encontro eu, presa, acorrentada a essa dissonância, nada de harmonia, apenas intemperância...

Domingo, Junho 13, 2004
Depois de alguns presentes... telefonemas... confusões e decisões... nada melhor do que uma noite em lugar agradável, em companhias mais agradáveis ainda, ouvindo muito boa música, desde Carolina Carol Bela - Dj Marky e Xerxes de Oliveira, à Lágrimas e Chuva - Kid Abelha. Mais uma vez a vida me proporciona encontros e conversas incríveis, coisas e pessoas que pareciam estar distantes de mim, de forma louca as sinto próximas. Noite regada a olhares, com pessoas interessantes e "minha vez de ser paquerada ao pé do ouvido", hehehe! Nada melhor pra comemorar o Dia Dos Sem Namorados ou Sem Namoradas, ou melhor ainda o Dia dos Solteiros. Perdão à aqueles que provavelmente não entenderam a foto, mas como bem disse Kinho... Ainda que não tenha sido amor, ainda que não tenha sido transcedental, ou qualquer tipo de surpresa, ainda que não tenha durado horas, foi um beijo em um anjo e sim foi um beijo cúplice, um beijo puro e também vitorioso. Sabe que te amo meu querido amigo anjo!

Música da noite: Zombie, mas dessa vez na marcante voz de Chirlei Dutra, que estava extremamente envolvente ontem!

Música da noite: Zombie, mas dessa vez na marcante voz de Chirlei Dutra, que estava extremamente envolvente ontem!
Quarta-feira, Junho 09, 2004
Inerte...
Tortura
Tirar dentro do peito a Emoção,
A lúcida verdade, o Sentimento!
-- E ser, depois de vir do coração,
Um punhado de cinza esparso ao vento!...
Sonhar um verso de alto pensamento,
E puro como um ritmo de oração!
E ser, depois de vir do coração,
O pó, o nada, o sonho dum momento...
São assim ocos, rudes, os meus versos:
Rimas perdidas, vendavais dispersos,
Com que eu iludo os outros, com que minto!
Quem me dera encontrar o verso puro,
O verso altivo e forte, estranho e duro,
Que dissesse, a chorar, isto que sinto!!
Florbela Espanca

Tortura
Tirar dentro do peito a Emoção,
A lúcida verdade, o Sentimento!
-- E ser, depois de vir do coração,
Um punhado de cinza esparso ao vento!...
Sonhar um verso de alto pensamento,
E puro como um ritmo de oração!
E ser, depois de vir do coração,
O pó, o nada, o sonho dum momento...
São assim ocos, rudes, os meus versos:
Rimas perdidas, vendavais dispersos,
Com que eu iludo os outros, com que minto!
Quem me dera encontrar o verso puro,
O verso altivo e forte, estranho e duro,
Que dissesse, a chorar, isto que sinto!!
Florbela Espanca

Segunda-feira, Maio 31, 2004
Agonia...
Espetáculo vivo...
Personagem que eu mesma criei...
Oriundo de qualquer lugar...
As horas...
Insistentemente me inquietam...
O tempo...
Nem mesmo reconheço o que me cerca...
As paredes... a cama... a sombra... a sobra!
Inconstância...
Volúpia...
Dor...
Um lamento...
Um suspiro...
Um grito...
Enceno...
Afogo-me...
Minhas inúteis palavras que fogem pelos ares...
Escorrem por meus dedos...
Acreditei que também, pudesse fazer chover por entre eles...
Tormento...
Ecoam sons... males e lembranças...
Finjo não ser...
Sou...

"to look life in the face
always to look life in the face,
and to know it for what it is
to know it
to love it for what it is
and then... to put it away"
Virginia Woolf
Espetáculo vivo...
Personagem que eu mesma criei...
Oriundo de qualquer lugar...
As horas...
Insistentemente me inquietam...
O tempo...
Nem mesmo reconheço o que me cerca...
As paredes... a cama... a sombra... a sobra!
Inconstância...
Volúpia...
Dor...
Um lamento...
Um suspiro...
Um grito...
Enceno...
Afogo-me...
Minhas inúteis palavras que fogem pelos ares...
Escorrem por meus dedos...
Acreditei que também, pudesse fazer chover por entre eles...
Tormento...
Ecoam sons... males e lembranças...
Finjo não ser...
Sou...

"to look life in the face
always to look life in the face,
and to know it for what it is
to know it
to love it for what it is
and then... to put it away"
Virginia Woolf
Segunda-feira, Maio 24, 2004
Fim semana cheio... mudanças... realizações... encontros... e uma música pra lembrar...
Pra Rua Me Levar
Não vou viver como alguém que só espera um novo amor
Há outras coisas no caminho onde eu vou
Às vezes ando só, trocando passos com a solidão
Momentos que são meus, e que não abro mão
Já sei olhar o rio por onde a vida passa
Sem me precipitar, e nem perder a hora
Escuto no silêncio que há em mim e basta
Outro tempo começou pra mim agora
Vou deixar a rua me levar
Ver a cidade se acender
A lua vai banhar esse lugar
Eu vou lembrar você
É, mas tenho ainda muita coisa pra arrumar
Promessas que me fiz e que ainda não cumpri
Palavras me aguardam o tempo exato pra falar
Coisas minhas, talvez você nem queira ouvir
Já sei olhar o rio por onde a vida passa
Sem me precipitar, e nem perder a hora
Escuto no silêncio que há em mim e basta
Outro tempo começou pra mim agora
Vou deixar a rua me levar
Na voz de Ana Carolina ou ainda da imortal Maria Bethânia

Pra Rua Me Levar
Não vou viver como alguém que só espera um novo amor
Há outras coisas no caminho onde eu vou
Às vezes ando só, trocando passos com a solidão
Momentos que são meus, e que não abro mão
Já sei olhar o rio por onde a vida passa
Sem me precipitar, e nem perder a hora
Escuto no silêncio que há em mim e basta
Outro tempo começou pra mim agora
Vou deixar a rua me levar
Ver a cidade se acender
A lua vai banhar esse lugar
Eu vou lembrar você
É, mas tenho ainda muita coisa pra arrumar
Promessas que me fiz e que ainda não cumpri
Palavras me aguardam o tempo exato pra falar
Coisas minhas, talvez você nem queira ouvir
Já sei olhar o rio por onde a vida passa
Sem me precipitar, e nem perder a hora
Escuto no silêncio que há em mim e basta
Outro tempo começou pra mim agora
Vou deixar a rua me levar
Na voz de Ana Carolina ou ainda da imortal Maria Bethânia

Segunda-feira, Maio 17, 2004
Percorro estradas...
Dou passos que parecem não ser meus...
Me engano...
Mais uma vez sangro...
Bato em portas alheias...
Busco olhares...
Sinais...
Mínimos...
Míseros...
As lágrimas que agora rolam em meu rosto...
São apenas reflexos imundos de minha alma...
Essa que clama...
Que chora e que também sangra...
A visão é turva...
Tropeço...
Os sentidos se perderam no caminho...
Não sei a quem implorar por socorro...
Não sei como decifrar meus sonhos...
Nem sei se ainda os tenho...
Não sei porque ainda espero...
Seria tão mais fácil...
Seria tão mais rápido...
Tão menos dolorido...
Mas, mais uma vez o que ouço é silêncio...
Silêncio...
Queria agora...
Que esse sim fosse eterno...

Choro...
Dou passos que parecem não ser meus...
Me engano...
Mais uma vez sangro...
Bato em portas alheias...
Busco olhares...
Sinais...
Mínimos...
Míseros...
As lágrimas que agora rolam em meu rosto...
São apenas reflexos imundos de minha alma...
Essa que clama...
Que chora e que também sangra...
A visão é turva...
Tropeço...
Os sentidos se perderam no caminho...
Não sei a quem implorar por socorro...
Não sei como decifrar meus sonhos...
Nem sei se ainda os tenho...
Não sei porque ainda espero...
Seria tão mais fácil...
Seria tão mais rápido...
Tão menos dolorido...
Mas, mais uma vez o que ouço é silêncio...
Silêncio...
Queria agora...
Que esse sim fosse eterno...

Choro...
Terça-feira, Maio 11, 2004
Diz para mim o que devo fazer?
Diz, fale, grite aos ásperos de minhas mãos o que posso fazer?
De - me uma noticia, explicita...
De – me de uma forma plausível...
Diz pra mim que não é sonho...
Já sonhei com anjos, fadas...
Tudo sempre tão puro... casto... imaculado... singelo...
Mas nada que sem compare a você, a quem desejei desde o primeiro momento...
Você que sente... que sofre... que sangra...
Diz para mim que a luz não esta na sombra de minhas idéias.
E que juntos (as) podemos iluminar,
Expulsar a dor...
Compartilhar...
Pois assim...
Quebrada...
Jogada...
Largada...
Devolvida...
Fará ser...
Liberte minha dor...
Permita que o éter agora seja matéria...
Permita que o vapor vermelho coagule...
Permita...
Permita que o contado difuso espiritual, seja natural,
Permita...
Pegue...
Concerte...
Tenha para si...
De um pouco para mim...
Vamos trocar...
Um voto meu por um seu...
Um voto seu por outro meu...
Assim elegemos a vida por si em nos...
Permita a troca...
Um voto por outro...
Por escolha...
Na unidade dos sentimentos...
Na escolha sublime da busca...
Mais uma vez escrito por uma Fada e um Fado, ele com quem compartilho muito de meus sentimentos.

Músicas do Dia: I Was Born To Love You na doce voz de Danni Carlos ou então Dido coma música Thank YouThank You
Diz, fale, grite aos ásperos de minhas mãos o que posso fazer?
De - me uma noticia, explicita...
De – me de uma forma plausível...
Diz pra mim que não é sonho...
Já sonhei com anjos, fadas...
Tudo sempre tão puro... casto... imaculado... singelo...
Mas nada que sem compare a você, a quem desejei desde o primeiro momento...
Você que sente... que sofre... que sangra...
Diz para mim que a luz não esta na sombra de minhas idéias.
E que juntos (as) podemos iluminar,
Expulsar a dor...
Compartilhar...
Pois assim...
Quebrada...
Jogada...
Largada...
Devolvida...
Fará ser...
Liberte minha dor...
Permita que o éter agora seja matéria...
Permita que o vapor vermelho coagule...
Permita...
Permita que o contado difuso espiritual, seja natural,
Permita...
Pegue...
Concerte...
Tenha para si...
De um pouco para mim...
Vamos trocar...
Um voto meu por um seu...
Um voto seu por outro meu...
Assim elegemos a vida por si em nos...
Permita a troca...
Um voto por outro...
Por escolha...
Na unidade dos sentimentos...
Na escolha sublime da busca...
Mais uma vez escrito por uma Fada e um Fado, ele com quem compartilho muito de meus sentimentos.

Músicas do Dia: I Was Born To Love You na doce voz de Danni Carlos ou então Dido coma música Thank YouThank You
Quinta-feira, Maio 06, 2004
Aqui estou eu... com vontade de mostrar o que realmente quero...
Mas não posso... perco-me contando os dedos...
Não é somente o tempo que reluz em mim a angústia,
Não é somente a angustia que diz, mas a espera do momento...
Não sou eu feita do tempo para esperar e escolher...
Não sou eu homem mulher querendo-te, não sou...
Perco-me... com a vontade
Foge de mim o lírico e poético, momento incerto...
É quando chove aqui dentro,
Que digo o quanto sinto...
Medito... e penso se as minhas lágrimas... tímidas... talvez nem notadas.. Estarão nas mãos de alguém...
A cada instante um momento, um choro...
A cada dia um novo...
É você na memória quem ativa, vivifica...
São suas palavras...
Não agüento mais a incerteza do sim...
São elas almas encantadas que me conquistam... me fascinam...
Gravadas...
São desejos espalhados...
Ai... por onde andas meu amor que não chegas?
Ahhhh, como queria um ultimo suspiro para dizer o quanto gosto de você...
Perco-me na realidade das Almas...
Ahh... me perco!
Meu coração compartilhado agora maior e mais quente bombeia mais forte...
Mas ainda sim sente por demais a sua falta...

Esses são meus sonhos...
Vontade!
São meus desejos reais...
Querendo expandir!
Minha súplica, último suspiro...
Agora depende de ti...
Escrito nesta tarde por um Fado e eu esta Fada que sempre vos escreve.
Música do Dia: Jewel - Hands
Mas não posso... perco-me contando os dedos...
Não é somente o tempo que reluz em mim a angústia,
Não é somente a angustia que diz, mas a espera do momento...
Não sou eu feita do tempo para esperar e escolher...
Não sou eu homem mulher querendo-te, não sou...
Perco-me... com a vontade
Foge de mim o lírico e poético, momento incerto...
É quando chove aqui dentro,
Que digo o quanto sinto...
Medito... e penso se as minhas lágrimas... tímidas... talvez nem notadas.. Estarão nas mãos de alguém...
A cada instante um momento, um choro...
A cada dia um novo...
É você na memória quem ativa, vivifica...
São suas palavras...
Não agüento mais a incerteza do sim...
São elas almas encantadas que me conquistam... me fascinam...
Gravadas...
São desejos espalhados...
Ai... por onde andas meu amor que não chegas?
Ahhhh, como queria um ultimo suspiro para dizer o quanto gosto de você...
Perco-me na realidade das Almas...
Ahh... me perco!
Meu coração compartilhado agora maior e mais quente bombeia mais forte...
Mas ainda sim sente por demais a sua falta...

Esses são meus sonhos...
Vontade!
São meus desejos reais...
Querendo expandir!
Minha súplica, último suspiro...
Agora depende de ti...
Escrito nesta tarde por um Fado e eu esta Fada que sempre vos escreve.
Música do Dia: Jewel - Hands
Terça-feira, Maio 04, 2004
Apenas uma poesia... uma linda poesia que diz o que realmente estou sentindo agora... quero muito vc!! Te amo tanto, que nem sei o quanto!
Dor
Dói-me o amor, como uma ferida que se abriu
ao luar da noite escura, perpetuada por todos os nossos beijos
doces, quentes, perfumados do aroma do vicío.
Dói-me tanto querer, latejam-me as veias no som incessante
da vontade te ter e de te amar.
Dói-me o corpo de te olhar e desejar-te com todas as células,
cada milímetro de pele a clamar o teu toque, a pedir
que me fecundes da tua saliva...
Doem-me os seios da espera pelas tuas mãos suaves,
como um eterno valsar de dois amantes pelas estrelas.
Dói-me o amor, tão forte, tão implacável, que o seguro
todo em mim como um brilho demasiado claro para se poder
apagar da escuridão do quarto.
Dói-me o olhar de não se cruzar com o teu a cada instante
dos dias mais belos.
Mas acima de tudo doem-me todos os momentos do passado,
em que não te sabia aí, sem o meu toque, sem os meus beijos apaixonados.
Doem-me os dias que não te amei,
todos os suspiros que não dei,
todos os amo-te que não soltei...
Dóis tu meu amor... Meu prazer tão intenso que é dor...
Silvia

Música do Dia: Gal Costa e Zeca Baleiro - Vapor Barato / Flor da Pele
Efeito Foto - Tales Brito
Dor
Dói-me o amor, como uma ferida que se abriu
ao luar da noite escura, perpetuada por todos os nossos beijos
doces, quentes, perfumados do aroma do vicío.
Dói-me tanto querer, latejam-me as veias no som incessante
da vontade te ter e de te amar.
Dói-me o corpo de te olhar e desejar-te com todas as células,
cada milímetro de pele a clamar o teu toque, a pedir
que me fecundes da tua saliva...
Doem-me os seios da espera pelas tuas mãos suaves,
como um eterno valsar de dois amantes pelas estrelas.
Dói-me o amor, tão forte, tão implacável, que o seguro
todo em mim como um brilho demasiado claro para se poder
apagar da escuridão do quarto.
Dói-me o olhar de não se cruzar com o teu a cada instante
dos dias mais belos.
Mas acima de tudo doem-me todos os momentos do passado,
em que não te sabia aí, sem o meu toque, sem os meus beijos apaixonados.
Doem-me os dias que não te amei,
todos os suspiros que não dei,
todos os amo-te que não soltei...
Dóis tu meu amor... Meu prazer tão intenso que é dor...
Silvia

Música do Dia: Gal Costa e Zeca Baleiro - Vapor Barato / Flor da Pele
Efeito Foto - Tales Brito
Domingo, Maio 02, 2004
Pra você...
Pra você que mal sei o nome...
Pra você que veio e nem sei de onde...
Que me tira o sono...
Que me traz de volta o encanto...
Que com as palavras me beija...
Que com os olhos me consome...
Que com a pele me incendeia...
Que com a alma me conquista...
Que com o espírito me arrebata...
Que com a vida me faz viva...
Que na inconstância me deixa acorrentada...
Que me faz sentir novamente...
Que me faz suspirar de forma diferente...
Que com o agir me enfeitiça...
Pra você que hoje me possui...
Que me tem...
Que me faz querer...
Querer seguir...
Querer te ter...
Que povoa tanto os meus sonhos...
Que me faz acreditar que a chuva realmente...
Quer te trazer pra mim...
Você é real?
Eu sou e muitas vezes dual.

Música do Dia: Maria Rita - Santa Chuva ou Joni Mitchell - Both Sides Now
Efeito foto - Tales Brito.
Pra você que mal sei o nome...
Pra você que veio e nem sei de onde...
Que me tira o sono...
Que me traz de volta o encanto...
Que com as palavras me beija...
Que com os olhos me consome...
Que com a pele me incendeia...
Que com a alma me conquista...
Que com o espírito me arrebata...
Que com a vida me faz viva...
Que na inconstância me deixa acorrentada...
Que me faz sentir novamente...
Que me faz suspirar de forma diferente...
Que com o agir me enfeitiça...
Pra você que hoje me possui...
Que me tem...
Que me faz querer...
Querer seguir...
Querer te ter...
Que povoa tanto os meus sonhos...
Que me faz acreditar que a chuva realmente...
Quer te trazer pra mim...
Você é real?
Eu sou e muitas vezes dual.

Música do Dia: Maria Rita - Santa Chuva ou Joni Mitchell - Both Sides Now
Efeito foto - Tales Brito.
Quinta-feira, Abril 29, 2004
Dia improdutivo... marcado por algumas doces risadas soltas durante o dia... e também pela falta de algo que eu ainda não descobri o que é...
Senti falta de sentir...
Um toque talvez, que como já disse aqui: "... palavras, linhas, parágrafos, vírgulas e exclamações enganam".
Um abraço, um braço...
Do acaso...
Dos encontros...
De enxergar...
Pois no meio de tantos olhares me perco... (como se algum dia já tivesse eu mesma me encontrado).
Descubro-me às vezes é verdade...
E é nesse insensato descobrir...
Que me arrebato...
E choro...
Lágrimas ásperas...
Que quase sempre me ferem a alma...
Pensamentos também me consomem...
Mas não fazem algo melhor de mim...
Então durmo...
E talvez sonhe...
E consiga quem sabe...
Abandonar um pouco...
"Meu" muitas vezes, infundado cepticismo...

Música do Dia: Gal Costa - Socorro
Senti falta de sentir...
Um toque talvez, que como já disse aqui: "... palavras, linhas, parágrafos, vírgulas e exclamações enganam".
Um abraço, um braço...
Do acaso...
Dos encontros...
De enxergar...
Pois no meio de tantos olhares me perco... (como se algum dia já tivesse eu mesma me encontrado).
Descubro-me às vezes é verdade...
E é nesse insensato descobrir...
Que me arrebato...
E choro...
Lágrimas ásperas...
Que quase sempre me ferem a alma...
Pensamentos também me consomem...
Mas não fazem algo melhor de mim...
Então durmo...
E talvez sonhe...
E consiga quem sabe...
Abandonar um pouco...
"Meu" muitas vezes, infundado cepticismo...

Música do Dia: Gal Costa - Socorro

